qua, 1/09/10 – 0:01 | Não Comentado

Como seriam as casas, carros, brinquedos, animais, computadores, brincadeiras, alimentos, escolas e roupas daqui a 100 anos? Use sua imaginação e desenhe um futuro melhor! De 01 de setembro a 09 de outubro a Vipi realizará o III CONCURSO CULTURAL VIPI…

Leia na integra »
Blog do Ari

Notícias, tutoriais e matérias do nosso consultor técnico.

Download

Download de Vipi News, material técnico entre outros arquivos.

Lançamentos

Lançamentos da Vipi Produtos Odontológicos

Notícias Vipi

Fique antenado com o que acontece no mundo.

Home » Notícias Vipi

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 08

por VIPI on quarta-feira, 28 julho 2010Não Comentado

Item 25 – Acrilização das próteses e elaboração final

Essa também é uma fase extremamente importante, na qual o dentista terá que confiar integralmente no técnico em prótese; pois se o mesmo não tiver os conhecimentos necessários, todo o trabalho executado até então se perderá. Costumamos dizer, no sentido figurado que, nessa fase, o dentista dá ao protético uma promissória em branco e assinada, para ser preenchida como ele quiser.

Abaixo seguem os procedimentos detalhados:

Preparo e inclusão das próteses.
Após recebermos as próteses já provadas, devemos conservá-las no articulador, em oclusão, vedar bem com cera os bordos periféricos, recuperar alguma parte da escultura que por ventura tenha se danificado no ato da prova, lavá-las bem com algodão molhado e detergente, preparando-as adequadamente para a inclusão. Depois, devemos retirá-las do articulador, separá-las das bases de fixação e recortar o gesso dos modelos até a adequada acomodação dentro da mufla.

A mufla utilizada em nossos trabalhos é de fibra bem resistente, que serve ao mesmo tempo para polimerização em micro-ondas e em água quente e é comercializada com o nome de Mufla Vipi-STG. Prepara-se gesso comum ou Paris e acomoda-se cada prótese na base da mufla, tendo-se o cuidado de não deixar retenções no gesso e nem que o mesmo toque a cera da gengiva artificial. O ideal é deixar aparecendo as bordas do modelo de gesso da prótese. Aguarda-se a cristalização do gesso, isola-se com isolante apropriado, deixando secar para a confecção da muralha sobre os dentes. O isolante que utilizamos em nossos trabalhos é o Vipi Film. Muito se tem especulado em relação à confecção da muralha; se esta deverá ser em gesso ou em silicone.
Realizamos em 1975 uma cuidadosa pesquisa sobre muralhas de silicone, com publicação em revista científica e dessa época até os dias atuais, só executamos as nossas próteses com as muralhas em silicone; sem nunca ter tido nenhum problema, tendo inclusive realizado trabalhos com remontagem em articulador com absoluto sucesso. O silicone que utilizamos em nossos trabalhos é o LaborMass. Separa-se a quantidade necessária de massa, adiciona-se o catalizador e manipula-se bem, conforme orientação do fabricante.

Acomoda-se essa massa por toda a vestibular e, em seguida,  por toda a palatina ou lingual; de forma a cobrir a cera e os dentes, tendo o cuidado de deixar aparecendo levemente as pontas das cúspides. Promove-se retenções em toda a vestibular, palatina ou lingual e também nas bordas finais do silicone em relação ao gesso da base da mufla. Pode-se executar essa muralha também com o silicone Vipisil. Aguarda-se a cura do silicone, coloca-se e aperta-se os quatro parafusos da mufla , prepara-se nova porção de gesso comum e preenche-se toda a contra-mufla. Após a cristalização do gesso, promove-se a demuflagem da cera que poderá ser em água fervendo ou no forno de micro-ondas.

A cera deverá ser eliminada com muito cuidado para não ficar nenhum resíduo de gordura e permitir um adequado isolamento. Após essa etapa, antes da acrilização, é conveniente colocar a mufla em uma caixa humidificadora, a fim de evitar o ressecamento do isolante. A acrilização de nossas próteses são feitas exclusivamente pela técnica de caracterização do Sistema STG, cujas resinas são encontradas em todas as casas de artigos dentários, com a respectiva escala de gengivas.

De acordo com a cor da escala de gengiva enviada pelo dentista e utilizando a orientação do livro que acompanha o Sistema STG, acriliza-se a prótese com muito cuidado, deixando–se a mufla descansar na prensa por algum tempo. Em nosso laboratório, sempre deixamos descansar no mínimo 12 horas e após o descanso, promove-se a polimerização da resina, que poderá ser em água quente ou no forno de micro-ondas. Se formos polimerizar em água quente, podemos utilizar os seguintes ciclos:

Polimerização da resina em forno de micro-ondas
A. Para fornos com regulagem total de potência

• 10min a 30% de potência;
• mais 5min a 0% de potência;
• mais 10min a 40% de potência.
Obs: deixar esfriar normalmente.

1. Ciclo Australiano ou de Tuckfield, Womer e Guerin

Coloca-se a mufla em água fria, em uma polimerizadora com termostato regulável e procede-se da seguinte maneira:
• 30 minutos para aquecer até 65ºC;
• manter a mufla em 65ºC, por uma hora;
• deixar a temperatura elevar de 65ºC até 100ºC,
o que demorará mais ou menos 30min;
• manter a mufla a 100ºC, por uma hora;
• desligar e deixar esfriar.

2. Ciclo adaptado do Australiano
Coloca-se a mufla em um recipiente com aproximadamente oito litros de água fria, sobre um fogão residencial e procede-se da seguinte maneira:
• fogo aceso em chama fraca por 30min;
• apagar a chama, descansando 30min;
• acender novamente em chama fraca e deixar por mais 30min;
• elevar para chama forte e quando a água ferver, deixar por uma hora;
• desligar o fogo e deixar a água esfriar.

3. Ciclo Termo-Pneumo-Hidráulico
Coloca-se a mufla em água fria, em uma polimerizadora que marque pressão e temperatura.
Fecha-se e aperta-se a sua tampa.
A seguir, procede-se da seguinte maneira:
• injetar 60 libras de ar comprimido;
• ligar na energia elétrica até a temperatura chegar em 110ºC;
• desligar e deixar a temperatura chegar em 40°C;
• ligar novamente até a temperatura chegar em 110°C;
• desligar e aguardar o resfriamento da água.

Obs: ao atingir 110°C, a pressão estará mais elevada

Você pode obter mais detalhes sobre o Ciclo de Polimerização disponível para download em arquivo PDF.

Na próxima semana publicaremos o Capítulo 09. Para você que quer conhecer mais sobre a Técnica Clonagem em Prótese Total veja e navegue pelos links abaixo.

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 01

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 02

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 03

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 04

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 05

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 06

Clonagem em Prótese Total – Capítulo 07

Item 25 – Acrilização das próteses e
elaboração final
Essa também é uma fase extremamente
importante, na qual o dentista terá que confiar
integralmente no técnico em prótese; pois
se o mesmo não tiver os conhecimentos necessários,
todo o trabalho executado até então,
se perderá. Costumamos dizer, no sentido
figurado, que nessa fase, o dentista dá ao
protético uma promissória em branco e assinada,
para ser preenchida como ele quiser.
Abaixo seguem os procedimentos detalhados:
Preparo i o e inclusão das próteses. Após
recebermos as próteses já provadas, devemos
conservá-las no articulador, em oclusão,
vedar bem com cera os bordos periféricos,
recuperar alguma parte da escultura que
por ventura tenha se danificado no ato da
prova, lavá-las bem com algodão molhado
e detergente, preparando-as adequadamente
para a inclusão. Depois, devemos retirálas
do articulador, separá-las das bases de
fixação e recortar o gesso dos modelos até a
adequada acomodação dentro da mufla . A
mufla utilizada em nossos trabalhos é de
fibra bem resistente, que serve ao mesmo
tempo para polimerização em microondas
e em água quente e é comercializada com o
nome de Mufla Vipi-STG. Prepara-se gesso
comum ou Paris e acomoda-se cada prótese
na base da mufla, tendo-se o cuidado de
não deixar retenções no gesso e nem que o
mesmo toque a cera da gengiva artificial. O
ideal é deixar aparecendo as bordas do
modelo de gesso da prótese. Aguarda-se a
cristalização do gesso, isola-se com isolante
apropriado, deixando secar para a confecção
da muralha sobre os dentes. O isolante
que utilizamos em nossos trabalhos é o Vipi
Filme. Muito se tem especulado em relação
à confecção da muralha; se esta deverá ser
em gesso ou em silicone. Realizamos em 1975
uma cuidadosa pesquisa sobre muralhas de
silicone, com publicação em revista científica
e dessa época até os dias atuais, só executamos
as nossas próteses com as muralhas
em silicone; sem nunca ter tido nenhum
problema, tendo inclusive realizado trabalhos
com remontagem em articulador com
absoluto sucesso. O silicone que utilizamos
em nossos trabalhos é o LaborMass. Separase
a quantidade necessária de massa, adiciona-
se o catalizador e manipula-se bem, conforme
orientação do fabricante. Acomodase
essa massa por toda a vestibular e em seguida
por toda a palatina ou lingual; de forma
a cobrir a cera e os dentes, tendo o cuidado
de deixar aparecendo levemente as pontas
das cúspides. Promove-se retenções em
toda a vestibular, palatina ou lingual e também
nas bordas finais do silicone em relação
ao gesso da base da mufla. Pode-se executar
essa muralha, também, com o silicone Vipisil.
Aguarda-se a cura do silicone, coloca-se e
aperta-se os quatro parafusos da mufla , prepara-
se nova porção de gesso comum e preenche-
se toda a contra-mufla. Após a cristalização
do gesso, promove-se a demuflagem
da cera que poderá ser em água fervendo ou
no forno de microondas. A cera deverá ser
eliminada com muito cuidado para não ficar
nenhum resíduo de gordura e permitir um
adequado isolamento. Após essa etapa, antes
da acrilização, é conveniente colocar a
mufla em uma caixa humidificadora, a fim
de evitar o ressecamento do isolante. A
acrilização de nossas próteses são feitas exclusivamente
pela técnica de caracterização
do Sistema STG, cujas resinas são encontradas
em todas as casas de artigos dentários,
com a respectiva escala de gengivas. De
acordo com a cor da escala de gengiva enviada
pelo dentista e utilizando a orientação
do livro que acompanha o Sistema STG,
acriliza-se a prótese com muito cuidado,
deixando–se a mufla descansar na prensa
por algum tempo. Em nosso laboratório,
sempre deixamos descansar no mínimo 12
horas e após o descanso, promove-se a
polimerização da resina, que poderá ser em
água quente ou no forno de microondas. Se
formos polimerizar em água quente, podemos
utilizar os seguintes ciclos:
Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • PDF
  • RSS
  • Twitter

Postar um novo comentário!

Adicione seu comentário abaixo, ou link de seu próprio site. Você pode também assinar estes comentários via RSS.

Seja simpático. Mantenha-o limpo. Permaneça no tópico. Não faça spam!